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Victorino Pérez Prieto é teólogo e escritor. Muitos anos professor de Instituto, atualmente dá aulas na Universidade de Santiago. Estudou Filosofia e Teologia em Santiago e doutorou-se em Teologia na Universidade Pontifícia de Salamanca. É membro da Asociación de Teólogos Juan XXIII, da Asociación de Escritores en Lingua Galega, do Centro Interculturale Raimon Panikkar (It) e doutras associações. Ensaista e publicista, publicou mais de uma dúzia de livros individuais em galego e castelhano, entre os que se salientam: - A xeración "Nós". Galeguismo e relixión
- Galegos e cristiáns
- Do teu verdor cinguido. Ecoloxismo e cristianismo
- A Romaxe de Crentes Galegos
- Con cordas de tenrura
- Contra a síndrome N.N.A. Unha aposta pola esperanza
- Os ríos pasan cheos de Deus
- Poesía religiosa en galego
- Más allá de la fragmentación de la teología el saber y la vida: Raimon Panikkar
- Dios, hombre, mundo. La Trinidad
- Prisciliano na cultura galega. Un símbolo necesario
Também tem colaborado em outros muitos, a destacar: - O Ensino da lingua: por un cambio de rumo
- Manuel María
- Diálogos nun camiño da cultura Europea
- Dicionario Enciclopedia do Pensamento Galego
- O Pensamento Luso-Galaico-Brasileiro 1850-2000
Tem publicado perto de mil artigos em revistas especializadas e em grande parte das revistas (Grial, Ferrol-Análisis, Tempos...) e jornais galegos (El Progreso, Diario de Ferrol e La Voz de Galicia) e tem colaborado em numerosas revistas espanholas e estrangeiras (Iglesia viva, Vida Nueva, Alandar, El Prado, Revista Theologica Xaveriana de Bogotá...). Foi Diretor da revista Irimia e pertence ao Conselho de Redação de Encrucillada, revistas em que tem publicado numerosos artigos. Tem dirigido cursos na Universidade de Santiago, na Universidade da Corunha e na Universidade Internacional Menéndez Pelayo.
PRISCILIANO NA CULTURA GALEGA “Prisciliano é algo tan grande, encerra un misterio tan profundo, que non sei se os galegos chegaremos endexamais a descubrilo. E quen sabe se moito do noso porvir non pende nel!”. Vicente Risco 1. Um homem bom ajustiçado por conduta licenciosa e malefício (345-385). 2. Teólogo genial. Herege condenado e reabilitado. 3. Asceta, iniciador dum movimento social e profeta contra o poder. 4. Um mito necessário para a Galiza. 5. Os estudos priscilianistas desde o s. XVI ata o s. XX.
1. Prisciliano, motor do movimento espiritual e inteletual da Galiza nos s. IV-V. a) Priscilianistas: Asarbo, Tiberiano, Latroniano, Argírio, Dictínio e Exéria. b) Antipriscilianistas: Cepónio, Pastor e Siágrio, São Dámaso, Idácio e Toríbio, Os Avito, Baquiário e Orósio.
2. Prisciliano e o priscilianismo até a Ilustração. a) Prisciliano versus Santiago. b) O priscilianismo do s.V até a Ilustração. O priscilianismo e o monacato.
3. Prisciliano na Ilustração, no romanticismo e até a geração Nós. a) O Cura de Fruime e o Pai Sarmento. b) Murguia, Vicetto e Vesteiro Torres. c) Portela Valladares. d) López Ferreiro e Amor Ruibal. e) Pedret Casado e Marcelo Macías.
3. Prisciliano para os homens da geração “Nós”. a) Otero Pedrayo: figura senlheira, mártir simbólico e teólogo galego. b) Risco: de pessoeiro fundamental na história galega a egrégio... herege. c) Castelao: um símbolo da Galiza à fronte dos imortais galegos.
4. Desde a geração “Nós” até hoje. a) Monografias e estudos particulares: - López Caneda, Victoria Armesto, Terán Fierro e Xosé Chao. - Romero Pose, López Pereira, José M. Blázquez e Barreiro Barreiro.
b) Na literatura galega: - Nos poemas de Manuel Maria e Méndez Ferrín. - No teatro de Cotarelo Valledor (Hostia), Cortezón (Prisciliano), Millán Picouto (Prisciliano en Tréveris) e Roberto Vidal Bolaño (As actas escuras). - Nas novelas de Mª Xosé Queizán (Amantia), Ramón Chao (O camiño de Prisciliano) e João Aguiar (O trono do altíssimo).
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